Testemunha da Igreja Perseguida e da Nova Vida em Cristo
![]() MISSÃO A VOZ DOS MÁRTIRES
Visite o site da Missão Portas Abertas | ![]() UMA VIDA ALÉM DO HAMASEsta é a história verídica de um homem conhecido como "filho do Hamas". Mosab Hassan Yousef, 32 anos, é o autor do livro Filho do Hamas, já disponível nas livrarias brasileiras. Sua obra revela como ele colaborou para o serviço secreto israelen¬se, o Shin-Bet, e explica de que maneira e por que se converteu ao cristianismo. Seu pai, o xeque palestino Hassan Yousef, foi um dos sete fundadores do Hamas, grupo extremista islâmico que atua na Palestina. Os radicais dessa organização já comandaram cerca de 350 atentados contra israelenses, provocando mais de 500 mortes. Antes de se converter ao cristianismo, Mosab vivia como qualquer jovem islâmico, dedicado à religião de sua família. Passou por momentos muito difíceis em sua vida e em uma prisão em 1996, em Megido, Israel, conheceu Jesus Cristo e Seu amor. Ele conta que, dentro do prédio onde estava preso, os detentos eram divididos segundo a filiação: havia a ala do Hamas, que era a maior; a do Fatah, a da Jihad Islâmica, entre outras. Ele ficou na do Hamas. Do interior das celas, testemunhava o que os integrantes do grupo faziam com seus próprios colegas. Quando os líderes do Hamas suspeitavam que um deles estivesse dando informações aos israelenses, eles o torturavam. Havia interrogatórios diários. Isso fez com que Mosab repensasse alguns conceitos em sua vida. Era um grau de brutalidade tremendo, tanto que saiu da prisão um pouco desnorteado. Começou a questionar os ideais do Hamas após presenciar a tortura àqueles que eram vistos como suspeitos de dar informações aos israelenses.
Depois de sair dessa prisão, começou a estudar a Bíblia, mas não a comparou com o Alcorão. Ele concluiu que o Alcorão estava carregado de ódio e não tinha ética. Também achou que era um livro que deveria ser banido das escolas, das bibliotecas, das mesquitas. A Bíblia, por outro lado, apresentava Jesus Cristo, que foi perseguido, torturado e mesmo assim continuou amando as pessoas e seus opressores. Os dois livros têm deuses completamente diferentes. Um, o do islã, é o do ódio. O Deus da Bíblia é o do amor. A mensagem que mudou sua vida foi a do amor. Ele não conseguia entender como é "amar seus inimigos", o que Jesus Cristo ensina no evangelho de Mateus. Ao decidir viver com base nos ensinamentos de Cristo, ele passou a ser visto como traidor pelos muçulmanos. Yousef conta que essas coisas são feitas por pessoas que não entenderam a principal mensagem da Bíblia, não compreenderam as falas de Jesus Cristo, que é o nosso maior exemplo. O amor incondicional de Jesus não é um capítulo separado do livro, mas sua principal mensagem. RELACIONAMENTO COM O PAI Após sua conversão, ele não permaneceu mais no país devido à perseguição religiosa. As decisões de sua vida eram diárias e se tornaram de vida ou morte, por isso pediu proteção política aos EUA, onde reside atualmente, na Califórnia. Seu relacionamento com o pai sentiu muito essa mudança em sua vida. No lançamento de seu livro, neste ano, Hassan conversou com seu pai por telefone e disse que ele foi muito compreensivo no início. Porém, após a pressão da sociedade e de outros religiosos, ele não teve outra opção a não ser renegar Mosab. Desde então, não fala mais com o filho. Mosab diz que não considera seu pai um terrorista por natureza. Aliás, diz que nenhum palestino o é. Ele explica que o Hamas é muito complicado. Existe o braço político, do qual seu pai faz parte, e existe o militar, que tem cerca de dez pessoas operando independentemente e que raramente se encontram. São esses últimos os responsáveis por ataques. A PALESTINA PRECISA DE CRISTÃOS Falando ao site globonews.globo.com. ele diz que "os grandes inimigos dessa sociedade, o motivo de não amarem uns aos outros, são a vergonha, a culpa e o medo". Ele explica que o conflito entre palestinos e israelenses continua porque todos fingem ser fortes, recusando-se a negociar. "Mas eu digo, como ser humano, que nós precisamos descer desse pedestal de orgulho, ideologias e política, e pensar como simples seres humanos", acrescenta. Em uma entrevista concedida à revista Christianity Today (www.christianitytoday.com), Mosab afirma que a questão da Palestina é muito maior do que a de não ter um Estado.
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